24 de maio de 2024
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II Caminhada da Luta Antimanicomial reforça a busca pela liberdade e defesa por políticas públicas de saúde mental

Com o objetivo de envolver usuários, familiares, estudantes, profissionais e a comunidade em geral na defesa dos direitos das pessoas em sofrimento ou transtorno psíquico, o Fórum Sul-mato-grossense da Luta Antimanicomial realiza sua II Caminhada, programada para o dia 17 de maio, com início às 8h na praça do Rádio Clube.

Esta iniciativa é parte integrante da II Semana da Luta Antimanicomial do MS e do IV Encontro do Cerrado, que ocorrem de 13 a 17 de maio, em referência ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado em 18 de maio. Este ano, o tema do evento, “A chaga que existe é o alento que me faz resistir demais”, foi inspirado na música “Luz da Paz” de Dona Ivone Lara, uma figura essencial no movimento, destacando a importância da arte na resistência e na revolução.

Além da Caminhada, a II Semana da Luta Antimanicomial do MS e o IV Encontro do Cerrado oferecerão uma programação diversificada, incluindo palestras, mesas de debate, oficinas, apresentações de trabalhos e atrações culturais. O evento não acontecerá apenas em Campo Grande, mas se estenderá aos municípios de Três Lagoas e Dourados.

Para mais informações sobre como participar do evento, visite o Instagram Oficial @forumlutams.

Sobre o Fórum Sul-mato-grossense da Luta Antimanicomial
Em 2023, um momento de grande importância marcou a I Semana da Luta Antimanicomial do Mato Grosso do Sul e o III Encontro do Cerrado. Este evento, fruto da colaboração entre diversas instituições, movimentos, profissionais, estudantes e usuários dos serviços de saúde mental, destacou a urgência de uma ação coordenada. Ao término dessa semana intensa, surgiu uma nova entidade: o Fórum Sul-mato-grossense da Luta Antimanicomial. Essa iniciativa não apenas representa um avanço significativo, mas também evidencia um compromisso renovado na caminhada. Agora estabelecido, o Fórum torna-se a voz coletiva que continuará a ecoar, assegurando a força e eficácia da luta antimanicomial em sua missão, ressaltando que qualquer cidadão tem direito fundamental à liberdade, ao direito de conviver em sociedade e a um tratamento digno.

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